Na sua viagem de 2 meses pelo mundo, Carla Rocha passou por 12 países e conversou com ministros, monges e monjas, professores e estudantes, habitantes de comunidades longínquas e um membro de uma família real. Destas conversas saíram lições importantes para o mundo corporativo e a certeza de que a comunicação é um superpoder que nos liga, fortalece e eleva.
Hoje precisamos de líderes que tenham a capacidade de questionar e a humildade de escutar. Temos de mudar o paradigma: deixarmos de ser faladores compulsivos para passarmos a ser ouvintes atentos e interessados. A era da inteligência artificial recorda-nos a importância de fazer mais e melhores perguntas. Elas são essenciais para criar ambientes corporativos mais saudáveis.
O mundo profissional por vezes mostra-se resistente, mas se contarmos um pouco do nosso percurso, se mostrarmos alguma vulnerabilidade, conseguimos estabelecer um laço com quem nos ouve. É este lado emocional – que tantas vezes desprezamos – que faz com que se crie uma ligação à audiência – fundamental para quem quer influenciar e comunicar com eficácia e impacto.
Numa sociedade cheia de ruído, fazer-se ouvir e ser compreendido é uma competência essencial para quem quer influenciar e criar ligações gratificantes. Saber ouvir é tão importante como saber falar: é no silêncio e na escuta genuína que compreendemos o outro e construímos confiança. Prepare-se para desenvolver uma voz ativa e criar laços mais profundos em qualquer interação.


